20 de novembro de 2011

E vão dois!

Há exactamente dois anos iniciei a minha aventura no Blogger. O curioso é que, apesar de não viver sem o computador, nunca me senti inclinado a ferramentas informáticas, tais como chats, redes sociais e afins. Digamos que tenho perfil criado em algumas delas, apenas porque tenho. Apesar de gostar de brincar com as coisas da vida, não me cativava fazer chegar esse tipo de material a outros que não eu.

Quem me conhece de sempre, ou quase sempre, sabe que sempre escrevi e que essa é a minha grande paixão. Mas para mim escrever seria livros e etc e tal e nunca no espaço cibernautico. Enfim. Resignei-me e a falta de determinadas coisas, entre elas se calhar o bom do talento, fez refrear os meus intentos e vergou-me para o facto de que, muito provavelmente, a única coisa que hei-de publicar será esta.

Ainda assim comecei carregado de moral, inflacionada pelos que mais perto de mim viviam e que me empurravam para essa via. E lá fui eu. Mas a coisa não me satisfazia. Como tal, parava e depois recomeçava. Basta olhar para o arquivo e percebe-se que foram dois anos de quase nada. Continuava a produzir muito material. Só que apenas na minha cabeça. Enfim.

(Podem voltar a ler daqui para a frente. A onda nostálgica não segue abaixo)

Com o intuito de celebrar então o segundo aniversário de O do Manel, foram lançadas uma série de iniciativas todas alusivas ao tema, nomeadamente uma matança de porco que, por falta de comparência do porco, acabou transformada em almoço de família.
Ainda integradas nas celebrações, mais duas actividades. A saber:

Um workshop com o tema "Empreendedorismo e dinâmicas sociais para quem não tem mulher a dias" direccionado a crianças que nunca conseguem descobrir onde fica o cesto de roupa suja, ministrado por mim, tendo tido larga adesão nos restantes moradores da casa, apesar da indiferença inicial.

Por último, não quis deixar passar a data sem agradecer directamente aos fieis seguidores. O passatempo sobre O do Manel que visava presentear aquele que se revela-se ser o mais assíduo dos leitores, correu de forma bem apreciável, sendo que o feliz contemplado com a semana, com tudo pago, nas Maldivas, acabou por ser atribuído a mim próprio.

A todos os que participaram, o meu muito obrigado e gostava de poder continuar a ser merecedor da vossa presença diária aqui por estas bandas.

Pronto. Agora vão lá ler o do Pacheco Pereira.

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