31 de janeiro de 2013

Isso é...

Se um dia alguém te oferecer um carro ou uma casa, isso não é Impulse... Nem tão pouco aquele rapaz anafado do Preço Certo.

Isso é o Fisco!



E com esta fecho o meu dia. Amanhã quero ver toda a gente por aqui, ok?

X Files

Já alguma vez tiveram contactos com outras formas de vida, sendo que por outras formas de vida estou a excluir cenas paranormais? Estou a falar mesmo de seres alienigenas de outros planetas que não este. Daqueles personagens que estamos habituados a ver na Twillight Zone. Já alguma vez tiveram disso ou não?...

Eu já! Todos os dias no trânsito.

Nota para memória futura: Passar a ter a máquina fotográfica sempre à mão.

30 de janeiro de 2013

Notícias do Largo do Rato

To-Zé Qual é a Pressa terá saído ontem da reunião do Partido Chuchalista algo mais folgado porque Tó Costa decidiu não avançar para a tomada da liderança. Dizem as más línguas que o segundo terá dito algo do género “queima-te para aí tu sozinho, porque eu não sou preto”.

O mesmo Tó-Zé Qual é a Pressa, que ao contrário do seu antecessor Zé Sapatilhas, não vai cá em poses feitas para português ver e portanto não se vira para onde não quer, sob pena de deixar o senhor jornalista a falar sozinho, anda apreensivo com outras questões. Segundo fonte próxima do Querido Líder do PS, há alguma preocupação pelo facto de andar por aí um americano a levantar ondas. É que da Nazaré ao Largo do Rato é um saltinho se for medido em linha reta.

29 de janeiro de 2013

Duodécimos

Era espetá-los a todos num barrote dos grossos e dar-lhes cinco dias para escolher se queriam todo de uma vez ou em duodécimos.

28 de janeiro de 2013

Estórias da radio

Sou um consumidor feroz da TSF. Oiço em directo, oiço em diferido (via podcasts), leio online. É a rádio que me mantém informado sobre o que me interessa e que me apresenta conteúdos que me agradam. Posso dizer-vos que é graças a ela que sou poupado ao sensacionalismo, à auto destruição e ao negativismo, transversais aos telejornais de todas as televisões generalistas nacionais. Ela filtra a minha informação e com isso evito ver o que não quero.

Hoje, no meu trajecto até ao trabalho, estava no ar a edição do Livro do Dia, do Carlos Vaz Marques de quem sou fã desde antes (muito antes), do Governo Sombra, agora na moda por causa do formato televisivo. Bem antes disso, já o Pessoal e Transmissível, me tinha apresentado o jornalista. O livro de hoje, da editora A Esfera do Livros, tem por título, Grandes Naufrágios Portugueses, deixou-me imediatamente apreensivo. Porquê? Então não leram o que escrevi algumas linhas atrás? Não vos disse eu que não tenho grande pachorra para histórias de tristezas atrás de tristezas? Pois disse! Estava já preparado para ouvir uma sinopse do naufrágio do BPN, do afundanço do euro, do rombo irreparável que o país tem no casco, da submersão a pique das promessas feitas por quem nos governa, entre outras narrativas e narrações de naufrágios recentes e não tão recentes.

Mas afinal é um livro sobre barcos. Ouvi até ao fim e segui viagem mais descansado, com um reforço de confiança na radio que nunca me deixa ficar mal.

25 de janeiro de 2013

Faster than a silver bullet

Vocês conhecem aquela do ministro que tirou o curso superior em um ano?... Esse mesmo. Voltou a fazer das suas e privatizou uma televisão em nano segundos. Esta não sabiam, pois não? Ah pois não! É que foi tão rápido e tão subliminar que já é pública outra vez!

22 de janeiro de 2013

Dá que pensar

Na dobragem do ano, dobrei igualmente mais um aniversário. Até aqui nada de novo porque me acontece desde que nasci. Por essa altura fiz uma pequena reflexão acerca de um fenómeno. Algo que nunca prendera a minha atenção (antes até fora menosprezara), acabou por me levar a pensar. Estou a falar sobre aquelas mensagens que recebemos no Facebook com felicitações alusivas à contagem de mais um ano nas costas.

Eu sempre achei que era fácil não ter que pensar sobre quem faz anos, já que a rede o faz por nós. Achava a coisa algo “falsa” porque as pessoas não tinham que ter qualquer cuidado connosco, a não ser consultar o seu mural e ver o nosso nome na lista de aniversariantes. Esta era a minha visão. Como disse, desta vez reflecti e cheguei a uma conclusão diferente. Se de facto é fácil ver quem faz anos, é igualmente fácil passar ao lado disso. Mas quando tens quase duzentas pessoas que, no mínimo, perderam algum do seu tempo para te deixar uma mensagem, então se calhar a coisa não é assim tão falsa e se calhar aquilo que poderia naturalmente cair no esquecimento, acaba por cumprir uma missão que é a de mimar alguém de uma forma simples e eficaz. Isso é bom e não me queixo.

Mas não estaria aqui a falar disto se não fosse uma outra questão com que hoje me deparo. Até aqui falei do que é positivo. Agora vou fazer de advogado do diabo e contra argumentar.

Hoje o meu mural de Facebook diz-me que é o aniversário de uma determinada pessoa. Lá está a muleta boa a trabalhar para nós. Neste perfil não vou a correr deixar os meus votos, por motivos que, se tiverem paciência de ler até ao fim, vos explicarei. O que sinto sim é uma outra curiosidade. Para a satisfazer, entro no perfil dessa minha conhecida (em tempos colega de trabalho por vários anos), e vejo que estão por lá várias mensagens de parabéns e afins. Esta visão dá-me uma baldada de água fria em relação a tudo o que disse para trás. Se anteriormente afirmei que é bom saber que alguém perde algum tempo, minutos, segundos até, a pensar em nós, é arrepiante perceber que muita dessa gente que nos dá os parabéns não nos conhece de lado nenhum e muitas das vezes o faz com intenções que nada têm a ver nem com amizade nem sequer com qualquer outra forma de cortesia.

Se aqueles que deixaram felicitações desta colega fossem, pelo menos conhecidos seus, saberiam que ela faleceu no final do ano passado.

21 de janeiro de 2013

O fenómeno

Se aos tornados se dão nomes, e sempre de gajas, tomei a liberdade de fazer o mesmo com o parente pobre destes, na circunstância, o vendaval do passado fim-de-semana. Sim, volto a falar dele. Achei que o fenómeno vivido um pouco por todo o país tem cara de Zé Tó. O Zé Tó é daqueles gajos que por onde passa só arranja confusão e depois do baile montado, desaparece tão rapidamente como aparecera.

O Zé Tó, com ventos a rondar os 140 km/h, não me estragou só o fim-de-semana. O Zé Tó está igualmente a ser responsável por aquilo que me vai acontecer num futuro muito próximo, já que se lembrou de levar com ele parte da cobertura do sitio onde costumo “jogar” futsal. De maneiras que, se em breve me virem com uma barriga tipo bidão de gasóleo, não culpem nem a Sagres, nem a Super Bock (esta última só na falta da primeira e apenas em SOS). Culpem sim o Zé Tó.

Zé Tó, és um porco!


P.S.: Ao Futebol Clube de Alverca quero deixar a minha solidariedade nesta hora em que até as forças da natureza se viram contra si. Amigos, os grandes voltam sempre a brilhar!


ACTUALIZAÇÃO de 22/01/2013: Parece que ainda não se cansou. O gajo anda por aqui hoje a derrubar placas de trânsito e bocados de prédios. Zé Tó, Zé Tó...


Alerta

Estou aqui a fazer a contagem do pessoal e falta-me cá muita gente. Quem sobreviveu ao vendaval do fim de semana diga "presente", por favor. Se não receber qualquer outra informação no prazo máximo de 24 horas, farei um alerta às autoridades. Não precisam de agradecer.

A todos, desejo uma boa semana, estejam em que árvore estiverem.

14 de janeiro de 2013

Olha a bola!

Hoje é dia de pós-grande joga da bola. Ou melhor de pós-clássico, já que a joga de boa apenas teve a primeira meia hora. E como me tenho andado a portar bem, sinto que é uma boa altura de falar um bocadinho de futebol. Ora num jogo em que há uma equipa que consegue criar UMA oportunidade de golo, mas consegue marcar dois, contra outra que apenas faz dois golos, quando poderia ter feito três, vem um ex-treinador adjunto e um chulo/rei/papa/déspota, dizer que se não fosse pelo árbitro teriam claramente ganho, está tudo dito sobre a visão desta cambada de energúmenos.

Autojustificar a incompetência de ontem dessa forma é tão pequeno, como o tamanho daqueles cérebros. E eu falo de incompetência neste caso em particular, já que não sou atrasado mental e sei que o Porto joga muito à bola! Mas ontem criou UMA oportunidade de golo. Ainda assim há por lá quem ache que o Benfica jogou de chutão para o ar. E sim, o Maxi foi imprudente na entrada que teve, perto do final do jogo. Sim, o Matic poderia muito bem ter visto o segundo amarelo. Mas... Sim, o João Moutinho viu o amarelo com mais de uma hora de atraso. Sim, o meio do campo do Porto fez o dobro das faltas e conseguiu sair limpinho como a pele de um bebé, excepto no caso já referido.

O Benfica não ganhou, mas no pós-jogo O Jesus deu 15-0 ao Bitó e o Orelhas 30-0 ao Ex-marido da escritora.


Ahhh... e o Sporting ganhou. É ou não é uma noite de loucos?

11 de janeiro de 2013

Trabalhar para a reforma


Esta notícia d'O Público é daquelas coisas que não devem ser deixadas passar ao lado e deve ser amplamente divulgada. Sei que a grande maioria estará, por esta altura, a concordar com o aquilo que pensam que eu estou a dizer. Estarão a rogar pragas ao sistema que permite que alguém tão jovem se reforme e com uma pensão generosa. Afirmo categoricamente que estou longe dessa linha de raciocínio. Eu acho que esta notícia é digna de registo porque, segundo os meus cálculos, muito primários, subjectivos e altamente falíveis, e partindo do principio que a senhora Ana Teresa Vicente cumpriu os principais quesitos que a lei prevê para que receba a pensão por inteiro e começou a descontar aos 17 anos de idade. É obra!

E pergunto: será que esta moura de trabalho começou em tenra idade na vida autárquica ou também chegou mesmo a... eh pá como é que se diz... a trabalhar? Como não conheço o seu CV fico-me por aqui. E não vou deixar de gostar do Castelo e dos Vinhos de Palmela por causa disso.

9 de janeiro de 2013

É isto

Sei que estão habituados a que vos forneça outro tipo de conteúdos, mas hoje é assim.


7 de janeiro de 2013

Do que o meu povo gosta


Nada como ter um post com o nome Porno-Chachada, para vos aumentar o número de visualizações. Acredito que estes caçadores depois de lerem o conteúdo perdem a... como é que se diz... a motivação.
Experimentem e tirem as vossas conclusões.

3 de janeiro de 2013

Crime scene



Esta madrugada voltou a acontecer o que eu temia. Lembram-se de quando eu falei sobre o sistema comunitário em que vivo? Certamente terão lido que procuramos não fazer mal a nenhum ser vivo (caso esse ser vivo não seja portista, claro). Durante a noite o sangue voltou a jorrar lá por casa e por culpa do mesmo elemento da família. Sim, a gata. E sim, a vitima volta a ser uma borboleta. Estamos desolados e aproveito para endereçar, por esta via, os meus sentidos pêsames aos 258.587 parentes mais chegados. Não só nos choca a reincidência do felino no crime, mesmo após a longa conversa que tivéramos, como os danos colaterais que esse crime provocou. Desde cabeçadas nas portas todas, deixando um rasto de destruição, passando pelas unhadas pela parede e terminando nas unhadas na minha cabeça, o horror andou à solta na madrugada de 03/01/2013.



Não sei se alguma vez a vida voltará à normalidade lá por casa. As marcas deixadas por este Dexter de quatro patas e muito pêlo são profundas. Estamos a pensar em, in extremis, enviar a assassina de mariposas para uma instituição de correcção. Ou fazemos Coelho à Caçador.