8 de novembro de 2012

Para memória futura

Acabo de ler num orgão informativo online que existem em Portugal cerca de 90 mil pessoas com Alzheimer. Leio igualmente que, apesar de hoje em dia o rastreio ser melhor, a doença tende a aumentar e não a diminuir. Eu sou um bocado hipocondríaco, confesso. O Alzheimer está no top 5 da minha lista, logo a seguir ao Pé de Atleta e por conseguinte, a notícia causa-me desconforto. Então um cocktail de Alzheimer, Parkinson e Pé de Atleta é coisa para me fazer borrar as calças.

Como o futuro a Passos Coelho pertence (pelos menos o futuro próximo), eu preocupo-me intensamente com o presente e deixo o que há-de vir para depois. Pior do que não saber com o que contar nos anos que estão a chegar, é passar o tempo até lá a sofrer por antecipação.

A sabedoria popular recorre a uma máxima para lamber as feridas do passado, como que procurando o auto-perdão para casos que poderiam ter sido resolvidos de maneira diferente:

Quem me dera saber ontem aquilo que sei hoje.

É aqui que voltamos ao principio desta entrada de blogue. Isto porque eu prefiro uma outra forma de me motivar positivamente:

Espero bem amanhã saber aquilo que sei hoje. Xô daqui Alzheimer!

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