6 de novembro de 2013

Compatibilidades

Abre-se aqui, de novo, a coluna da auto-terapia. Sabem que de quando em vez acontece por isso não se queixem. A medicina cientifica está cara, inclusive a de carácter publico e um rapaz desempregado e de poucos recursos encontra nesta vertente alternativa resultados satisfatórios. É melhor que um Prozac ou um Ben-u-ron, dependendo das circunstâncias.

Hoje é uma questão do campo da medicina psicanalítica. Rapidamente vos digo que ando a sofrer à bruta com as minhas relações. Mais acrescento que tem muito a ver com as compatibilidades ou incompatibilidades entre elas. E se pensam que estou a falar de gajas, podem já tirar o cavalinho da chuva. Muito menos estou a falar de gajos, pelo que escusam de ficar em choque. Mais facilmente o Sporting era campeão a tal coisa me acontecer (lá estás tu a bater sempre no mesmo!).

A minha luta é com a forma que estou a utilizar para divulgar a palavra do senhor. A relação que me anda a comer neurónios é a que mantenho com algumas plataformas virtuais. Entre Facebooks, Twitters, Blogues e mais uma ou duas, começo a achar que, afinal, não terei assim tanto assunto que chegue para alimentar tudo isso.

Os que possam estar a pensar que isto é o que se chama "mandar a toalha ao chão" que se desenganem. Aos que já estavam a preparar foguetes com a ideia da minha desistência, digo a mesma coisa. O que pretendo, ou melhor, o que ando a maturar é se não será melhor deixar cair umas para me empenhar mais noutras. A redundância não me está a deixar confortável porque quase que soa a um grito de desespero para que olhem para mim.

Acho que por agora vou deixar a coisa rolar como está, mas sempre pensando sobre esta coisas das compatibilidades e das relações.

Aos que no principio deste texto acharam que estaria a falar de febra, deixo apenas uma referência sobre essa temática. Em tempos tive uma relação em que éramos bastante compatíveis. Ela gostava do peito do frango e eu das pernas. Corria bem porque não se desperdiçava comida.

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