14 de novembro de 2013

Amigos

Ei!

Cheguem lá aqui que me está a apetecer falar.

Esta coisa das amizades virtuais está amplamente debatida. Sabemos que amigo numa rede social não significa que o seja na vida real. Muitas vezes nem conhecido é, e por conhecido até alargo o leque aos indivíduos com quem nos cruzamos e damos um encontrão nos transportes públicos. Se estivermos a falar de amizades de rede social, devemos ter em conta que muitas vezes só queremos ser "amigo" de alguém que tenha, um exemplo, um grande par de... vocês entendem.

Mas no meio disto há uma outra coisa que me deixa meio confuso. Vamos lá esmiúça-la: Peguemos no exemplo da rede social que mais seguidores arrasta, o Facebook. Essa plataforma encoraja-me a arranjar um contentor de amigos. Não interessa quem nem como. Quer é que eu conheça metade da população do planeta. Depois, por outro lado diz-me assim: Cuidadinho que esta pessoa já atingiu a cota limite de amigos. OK, tudo bem. Então por que raio me continuas a enviar sugestões para essa mesma pessoa? És um bocado marado!



Está bem que até lá chegarmos muita gente nos terá de passar à frente, mas será justo que me digam quantos "amigos" eu devo ter nas minhas relações? Mas tu agora és o meu pai ou quê?

Está dito. Agora voltem lá para as vossas coisas, mas empenhem-se um pouco mais, porque o vosso chefe já está a desconfiar.

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