1 de março de 2015

Este país é para os esquecidos



 

Não me apetecia voltar aqui tão cedo para falar de coisas sérias, mas tenho que expurgar isto para não morrer asfixiado.

Por estes dias proliferam os esquecimentos. Primeiro assistimos ao recital amnésico de 6 horas do Cristiano Ronaldo da gestão, Zeinal “Oi” Bava. De seguida somos presenteados com outro espasmo clínico, na circunstância de Pedro Passos, o Coelho. Esclareçamos aqui este segundo caso neurológico: Se de facto as coisas são como se diz e há uma tecnocracia qualquer que justifica o não pagamento de contribuições devidas à Segurança Social, teoria prontamente defendida por outro Pedro (aquele rapaz da mota), fico perplexo. Então um ex-jota, aspirante a tacho desde que nasceu e desastroso gestor, não tem obrigação de saber que pagar impostos e contribuições toca a todos? Alguém acredita que, mesmo sabendo das limitações do senhor, que uma dessas limitações seja o desconhecimento desta premissa social?

Agora reflitam acerca deste pequeno retângulo plantado mesmo no cú da Europa e a que chamamos de Portugal. Quando um ex-primeiro ministro (socialista), está arrecadado pelos motivos que sabemos, olhamos para o futuro ex-primeiro ministro (social democrata) e temos o que temos, quando procuramos fora deste círculo e não encontramos solução pergunto, como aquela rapariga da anedota que dava o corpo em troca de uns trocos: Por este preço querem o quê, Camarão tigre?...

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