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A mostrar mensagens com a etiqueta política

Geringonças

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Estes espanhóis... Então não querem lá ver que o partido que ganhou as eleições na Espanha pode não conseguir constituir governo? Ele há com cada uma...

Vitórias que custam a engolir

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No desporto a expressão “perdido por um, perdido por mil” é um chavão que pretende definir que uma derrota é, independentemente do score final, uma derrota. Mas isto é no desporto. Por estes dias o país político acordou para um conceito diametralmente oposto. Há duas semanas atrás, houve quem cantasse vitória. Com o passar do tempo esses mesmos que se achavam vencedores são confrontados com a crueldade e, imagine-se, com a subjectividade do termo “vitória”. Falo em subjectividade porque há quem ainda ache que ganhou mesmo as eleições. Lá para as bandas da coligação de betos oportunistas com oportunistas betos nunca uma vitória soube tanto a derrota como esta de que vos estou aqui a escrever. Aqui é caso para dizer que “ganho por mil, perdido por um”… Ou algo parecido.

Dicas para uma vida melhor

Se és ou já foste um politico ou um banqueiro há duas palavras sem as quais não vais querer passar. Anota, por favor: DILATÓRIO PRESCRIÇÃO

Tão ma oubir?

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Pedro, Aníbal, ponham os olhos neste rapaz e façam como ele. Ainda vão a tempo! Depois até podem ir estudar filosofia para Paris que por cá ninguém se vai ralar, ok?...

Notícias Frescas

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A do dia é esta: Diário Económico Online A este já não lhe bastava andar com as orelhas em brasa por causa do BPN, como também nos é dado saber que é mais um a juntar à dramática lista do flagelo do trabalho infantil.

Notícias do Largo do Rato

To-Zé Qual é a Pressa terá saído ontem da reunião do Partido Chuchalista algo mais folgado porque Tó Costa decidiu não avançar para a tomada da liderança. Dizem as más línguas que o segundo terá dito algo do género “queima-te para aí tu sozinho, porque eu não sou preto”. O mesmo Tó-Zé Qual é a Pressa, que ao contrário do seu antecessor Zé Sapatilhas , não vai cá em poses feitas para português ver e portanto não se vira para onde não quer, sob pena de deixar o senhor jornalista a falar sozinho, anda apreensivo com outras questões. Segundo fonte próxima do Querido Líder do PS, há alguma preocupação pelo facto de andar por aí um americano a levantar ondas. É que da Nazaré ao Largo do Rato é um saltinho se for medido em linha reta.

Estórias da radio

Sou um consumidor feroz da TSF . Oiço em directo, oiço em diferido (via podcasts), leio online. É a rádio que me mantém informado sobre o que me interessa e que me apresenta conteúdos que me agradam. Posso dizer-vos que é graças a ela que sou poupado ao sensacionalismo, à auto destruição e ao negativismo, transversais aos telejornais de todas as televisões generalistas nacionais. Ela filtra a minha informação e com isso evito ver o que não quero. Hoje, no meu trajecto até ao trabalho, estava no ar a edição do Livro do Dia , do Carlos Vaz Marques de quem sou fã desde antes (muito antes), do Governo Sombra , agora na moda por causa do formato televisivo. Bem antes disso, já o Pessoal e Transmissível , me tinha apresentado o jornalista. O livro de hoje, da editora A Esfera do Livros , tem por título, Grandes Naufrágios Portugueses , deixou-me imediatamente apreensivo. Porquê? Então não leram o que escrevi algumas linhas atrás? Não vos disse eu que não tenho grande pachorra para hi...

Trabalhar para a reforma

Esta notícia d' O Público é daquelas coisas que não devem ser deixadas passar ao lado e deve ser amplamente divulgada. Sei que a grande maioria estará, por esta altura, a concordar com o aquilo que pensam que eu estou a dizer. Estarão a rogar pragas ao sistema que permite que alguém tão jovem se reforme e com uma pensão generosa. Afirmo categoricamente que estou longe dessa linha de raciocínio. Eu acho que esta notícia é digna de registo porque, segundo os meus cálculos, muito primários, subjectivos e altamente falíveis, e partindo do principio que a senhora Ana Teresa Vicente cumpriu os principais quesitos que a lei prevê para que receba a pensão por inteiro e começou a descontar aos 17 anos de idade. É obra! E pergunto: será que esta moura de trabalho começou em tenra idade na vida autárquica ou também chegou mesmo a... eh pá como é que se diz... a trabalhar? Como não conheço o seu CV fico-me por aqui. E não vou deixar de gostar do Castelo e dos Vinhos de Palmela por causa...

Palavreando

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Numa análise muito primária à Tag Cloud deste blogue, chego à conclusão que se fala muito aqui de politica , seguido de perto pelo futebol . Estranhamente uma das tags mais acesas diz "sporting". Igualmente estranho é que a palavra "cerveja" tenha tão pouca relevância no meu discurso. Mas o que me está verdadeiramente a preocupar é que  "gajas" esteja tão apagada como, por exemplo, "pcp" ou "cavaco" . Será que de repente descubro que sou gay? Ou será que sou, para lá disso, um gay capitalista de esquerda? Se calhar é melhor parar com o cruzamento de informação não vá eu descobrir que sou também sportinguista! P.S.: Aceito sugestões para por a cena das gajas a mexer... E cerveja.

A luta

Estão abertos os trabalhos do 19º Congresso do Partido Comunista Português. Eram para aí umas 10:30 e eu tive a oportunidade de acompanhar, via radio, esse momento. Depois de dadas todas as explicações técnicas e orgânicas sobre o decurso dos trabalhos, chegou a hora de ouvir o camarada Jerónimo no discurso de abertura. Não sei se já repararam mas o Secretário-geral do PCP quando discursa tem uma cantilena muito parecida com a de um padre na hora do sermão. Se não soubesse que era ele a falar e se fosse 13 de Maio, até pensava que era homilia em dia de peregrinação a Fátima. Ora logo isto dá uma caricatura bem gira: Igreja/ comunismo. Enfim. Sei que, como é hábito do partido, esta é uma jornada muito concorrida e plena de delegados que vêm de todos os cantos do país e até do mundo. Sei igualmente que o ar à volta do pavilhão do Laranjeiro está altamente comprometido, tal é o cheiro combinado de mofo com naftalina, típico dos dias de congresso. Eram só estes dois apontamentos...

Porno-Chachada

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Posso dizer mais uma coisa? Desde o noticiário de ontem, às 20:00, da TSF, que ando a ruminar sobre algo que por lá ouvi. A propósito de determinadas medidas propostas no Orçamento de Estado para 2013, João Proença, Secretário-Geral da UGT, foi entrevistado em directo. Eu fiquei pasmo com o que ele disse. O senhor quase foi tentado a responder “sim”, quando lhe foi perguntado se ele se considerava pai da ideia da diluição de um dos subsídios no vencimento mensal. Não o disse com aquelas três letras, mas mostrou-se altamente satisfeito por ajudar na construção de uma medida que não fará perder poder de compra aos contribuintes. Um mimo. Este tipo de afirmações na boca de um sindicalista de topo é tão hard-core como um filme porno da Ginger Lynn. Isso a juntar ao facto de que assinou o pacto de consertação social em vigor, ao lado dos restantes parceiros (a outra central sindical nacional negou-se mesmo a fazer parte dessa negociação), com todas as implicâncias negativas que ...

Carta aberta

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Aníbal, Desde que somos amigos no Facebook que isto tem sido uma relação algo esquisita. Tu escreves coisas de quilometro e meio e um gajo é quase obrigado a ler, como que num exercício de voyeurismo . Antes disso ser assim, via-te na televisão com alguma regularidade. Ora dizias umas coisas para inglês ver, ora dizias outras para português ver e, quando não querias falar para nenhum destes segmentos, tapavas a boca com bolo rei. Desta vez não aguentei a unilateralidade em que isto está transformado e sou obrigado a vir até ti reivindicar qualquer coisa e, ao mesmo tempo, passar-te alguma informação. Que raio de amigo és tu quem nem uma porra de um "like" consegues deixar no meu mural? Eu que escrevo coisas bem menos chatas que as tuas! Acho mal da tua parte. Ah, quase que me esquecia do mais importante. Não sei se estás ao corrente, mas aquele puto da jota do teu tempo - no tempo em que foste PM e desbaratinaste a agricultura, as pescas e a indústria, a tro...

O emplastro

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Hoje estou com alguma comichão nas falanges. E não querendo falar do happening do dia, porque a gordura provoca colesterol, volto-me um pouco para a esquerda. Dizem que ontem terminou um ciclo de Bloco de Esquerda. Exit Louçã. Enter Catarina & Semedo . A já famosa liderança bicéfala. Descobri uma imagem muito feliz (parabéns ao autor), e espero que não se importe que a utilize. É esta: Mas eu sinceramente desconfio desta bicefalia. Por esse motivo arrisco aqui alguns dotes de edição manhosa de imagem, que fui adquirindo, para vos dar a minha visão pessoal da nova liderança do Bloco. Digamos que até aqui me falta a originalidade. O pioneirismo da ideia recai todo em Paulo Futre, que um dia criou o conceito de vinte e dois mais um, rapidamente transformado e replicado em qualquer coisa mais um. Esta é a minha:

Ajudar não custa

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O ócio do qual sofro, tem sido devastador para as páginas deste blogue. Tenho andado cá com uma vontade de não ter vontade nenhuma, que nem vos passa pela cabeça. Eu sei que tem acontecido muita coisa digna de um bitaite, mas um gajo também deve ter o direito a não dizer nada, não é? Contudo hoje todo o pais se vê confrontado com um acontecimento ao qual ninguém pode passar indiferente. Nem mesmo este espaço. Quando se trata de ajudar quem precisa, cada um de nós deve chegar-se à frente, sem esperar nada em troca. Dar a quem precisa é dos gestos que mais engrandece a condição humana. E em tempos de crise, mais sai reforçada esta evidência. Ficamos a saber isto: Foto: www.dn.pt Vamos contribuir, por favor! Hoje é ele. Amanhã podemos ser nós. 

Dear Jerónimo

O meu caro amigo insiste em querer dar-me razão. E devo dizer-lhe que não fico nada contente em ficar por cima naquilo a que chamo de razão. No mês passado escrevi aqui sobre a minha frustração com esta forma caduca de fazer política por parte da esquerda, como se ainda vivêssemos em plena revolução bolchevique e etc. e tal. Hoje fico a saber que a bancada parlamentar afecta ao seu partido votou contra o voto de pesar pelo falecimento do malogrado ex-presidente checo, Vaclav Havel. Segundo li, o senhor ter-se-á inclusive ausentado por altura da votação, voltando logo após. Desta vez até as ovelhas negras dos fumadores de brocas aplaudiram de pé, meu caro. Não estou assim tão familiarizado com a vida e obra deste senhor, mas sei o bastante para perceber que era uma pessoa de valores. Não vou aqui desenrolar a biografia de Vaclav Havel, mas digo que bastava o que fez pela cultura do seu país e pela política desse mesmo país, para que fosse sujeito a uma merecida homenagem. Cl...

A Troika Carol

Faz tempo que não tenho convosco aquele tipo de conversa num registo mais intimista, mais tu cá, tu lá. Garanto-vos que assuntos não faltam. Aliás, um tipo nem tem que cavar assuntos. Eles caem-me no colo. Acho que o que me mata mesmo é a diversidade. Adiante... Hoje lembrei-me de que estamos a chegar ao Natal. É tão bonito o Natal, não é? O Tio Belmiro e o Tio Jerónimo ficam doidos nesta quadra. É vê-los a dar mais pulos que os miúdos. No princípio do parágrafo usei o termo “lembrei-me” porque sinceramente nem dava por ele. O meu desânimo é exponencialmente oposto ao ânimo dos Tios Belmiro e Jerónimo. Lembrei-me do Dickens e do seu, talvez, mais famoso personagem, o Sr. Scrooge. É icónico e já deve ter sido clonado para lá de um milhão de vezes. Eu próprio já o fiz, mentalmente, umas 47. Agora estou pronto para vos dar uma delas. Cheguem-se aqui à fogueira. O Pedro era agora um homem de grande poder. Em bom rigor, liderava os destinos de um pequeno rectângulo de terra de ge...

A Luta Continua Parte II

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Ponto prévio a esta entrada: Considero-me uma pessoa de esquerda. Nunca fui filiado em nenhuma estrutura partidária, nunca assumi um partido politico como sendo o meu, porque não considero as filiações como forma saudável de estar em sociedade, e até já votei e apoiei ideias mais à direita. Contudo, repito, que sou de esquerda. Como não há nada mais onde consiga encontrar explicação, presumo que serei de esquerda pelo simples facto de ser canhoto. Confessado que está, é hora de fazer aquilo que o ministro da propaganda do anterior governos mais gostava, mas ao contrário: Vamos lá malhar na esquerda. Começo a ficar irritado com a constante fuga para a retaguarda da barricada que os partidos de esquerda (onde não incluo o Partido Socialista, por ser de direita), teimam em usar como arma de luta. É muito bonito e quase poético falar da classe operária e etc e tal, como se ainda todos andássemos de fato-macaco e ferro de soldar em punho. Dá ideia que alguém parou no tempo e não ter...

A luta continua... dentro de momentos

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Este blogue está em Greve! Porque o seu administrador teve de ir trabalhar. Retirado da net

Parecenças

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Agora a sério. Vocês conseguem ver alguma diferença entre o senhor da direita e o senhor da esquerda? Eh pá eu não! É que não consigo mesmo! Bom, numa avaliação mais ponderada conseguem distinguir-se pequenas coisas. Pode dizer-se, por exemplo, que o senhor da direita diz coisas bem mais acertadas do que o senhor da esquerda, até porque o primeiro é pessoa de poucas palavras. Já o senhor da esquerda quando embala na conversa, ninguém o segura. O senhor da esquerda é mais dado a palhaçadas que o senhor da direita, que consegue ser bem mais low profile e menos dado à exposição pública. Fora isso, são iguaizinhos, não são?

Faça-se justiça

Vocês acreditam que me estou a sentir emocionado e até nostálgico com as notícias que vou recolhendo da imprensa online? Então não é que, afinal de contas, aqueles senhores envolvidos no mediático caso "Face Oculta", mais não querem que recuperar velhas tradições medievais? Pelo que me é dado ver estas pessoas estão a ser envolvidas, injustamente, numa trama de troca ilícita de favores, quando na realidade aquilo que se trata aqui é simplesmente uma forma de ajudar a combater a crise. Ora uns dão robalos e os outros dão alheiras. Se isto não é altruísta e até romântico, não sei o que será! Não se desperdiça divisa e cada um dá o que tem. Vejam lá se vão mas é perder tempo com criminosos a sério, como aquele arrumador que roubou o chocolate no super mercado, e deixem estes nobres senhores em paz!