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Prometo...

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...que um dia destes venho aqui e escrevo qualquer coisa do foro do coiso e tal. Até lá, por favor...

Entrada em modo Facebook

Em tempos privei de perto com uma pessoa que, sempre que achava que era altamente injustiçada por outrem, alvitrava a seguinte frase: "O que é nosso está guardado" . Foram anos a ouvir isto em jeito de auto consolação. E eu assentia por alguma simpatia. Agora que já é oficial posso finalmente dizer que sou forçado a concordar com essa pessoa. De facto o que era seu estava mesmo lá bem guardadinho. Bom fim de semana!

Podemos falar a sério?

Agora que muita água já correu debaixo do moinho, julgo ter chegado a altura de verter aqui umas quantas coisas que andavam guardadas na minha cabeça e também num caderno preto que me acompanha muitas das vezes. Sempre ouvi dizer que não se deve falar no calor dos acontecimentos sob pena de nos espetarmos ao comprido. Eu, por via da minha natureza inflamada, sempre driblei essa regra e largava petróleo na maior parte das fogueiras com que me deparava. Não há hipótese. Sou esse tipo de gajo. Desta vez até que me portei bem e resolvi seguir o conselho até acabar por me esquecer. Hoje, por questões que nada têm a ver com isto, agarrei no tal caderno preto e descobri uma nota de apontamento aí registada no inicio do ano que agora temina. Lá diz o seguinte: É revoltante e até injusto ver os brinquedos bons entregues a mãos inábeis. A sabedoria popular fala em dar nozes a quem não tem dentes. Aqui no pedaço em que me movimento dá ideia de que só quem fala mais alto e em bicos dos pé...

Se eu fosse o Dani

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Não esquecer

E porque este dia já vai longo, lembrem-me por favor amanhã que tenho de partilhar convosco uma coisa que me apoquenta. 

Dito por aí

Hoje, a propósito de uma noticia sobre uma transferência no mundo do pontapé na bola, ouvi algo que me fez perder tempo a pensar e, como se vê, também a escrever. Não me recordo das palavras exactas, mas era algo mais ou menos assim: é quase absurdo fazer uma proposta de 120 milhões de euros por um jogador, mas é igualmente absurdo recusá-la. Concordo.

Ele há coisas...

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Logo agora que já só tenho um dia pela frente é que me sai o cartão de "ganhou uma vida extra" . Ando a ser trapaceado pelos astros, mesmo até ao fim.

Comunicado

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Ando em modo Neanderthal. Não me apetece fazer a barba, ando a calçar o 45 só para não partir as unhas e estou a pensar deixar de tomar banho. Estão avisados para os dias que hão-de vir! Aceito propostas de melhoria.

12/12/12

Não... Nada... Nem um arranhão tenho! Detesto expectativas goradas.

Palavreando

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Numa análise muito primária à Tag Cloud deste blogue, chego à conclusão que se fala muito aqui de politica , seguido de perto pelo futebol . Estranhamente uma das tags mais acesas diz "sporting". Igualmente estranho é que a palavra "cerveja" tenha tão pouca relevância no meu discurso. Mas o que me está verdadeiramente a preocupar é que  "gajas" esteja tão apagada como, por exemplo, "pcp" ou "cavaco" . Será que de repente descubro que sou gay? Ou será que sou, para lá disso, um gay capitalista de esquerda? Se calhar é melhor parar com o cruzamento de informação não vá eu descobrir que sou também sportinguista! P.S.: Aceito sugestões para por a cena das gajas a mexer... E cerveja.

Dixit

"A consciência é a mais poderosa ferramenta de censura" Manuel Morgado 21-11-2012

Why????

Um gajo sabe que bateu no fundo quando: 1. Acha uma ideia engraçada 2. Rouba a ideia 3. Transforma-a para ter o seu cunho e... Detecta por si mesmo que roubou a ideia a um gajo que não sabe inglês e que teve durante 3 horas, orgulhosamente, exposto ao mundo um erro ortográfico do tamanho de um camião e ninguém lhe disse nada! Vou ali mandar-me para debaixo de um comboio, está bem?

É pois

Um dia ainda mando um gajo para um sítio qualquer manhoso, se me voltam a falar com base em frases escritas em pacotes de açucar. Hoje é o dia.

Like

Há muito que constato algo sobre o qual já era para ter falado, mas nunca calhou. Hoje é o dia. A comunidade Facebookiana tem particularidades que são só possíveis naquele suporte e naqueles moldes. Antes de vos explicar sobre o que estou a dizer, afirmo que fundamento a minha teoria numa base altamente rudimentar e sem qualquer sustentação científica. É apenas a minha opinião a sair a público. Todos nós temos amigos vários no Facebook. Uns mais chegados outros nem tanto e outros há ainda que caem lá de pára-quedas. Se tiverem algum cuidado de análise e alguém muito ou pouco conhecido publicamente, chegarão ao mesmo resultado que eu. Uma pessoa que esteja mais exposta enquanto personalidade (um futebolista, um actor, um jornalista, etc), e que seja muito activo nessa rede social, tem uma probabilidade enorme de com uma entrada estilo “Olá bom dia. Acordei cá com uma vontade de mijar!”, receber milhões de likes e triliões de comentários sobre aquele acto tão simples de ter a bexiga...

Parêntesis

Hoje vou contar-vos uma história. Será a história de um velho amigo a quem vou tratar ficticiamente por Chico. O meu amigo Chico era um tipo de postura e aparência tímida. Dotado de alguma inteligência, o Chico era um proeminente estudante e augurava-se nada menos que um futuro brilhante, numa área ligada às ciências. Chico trabalhava para pagar os estudos. Nada de anormal e até bastante nobre. O trabalhito nem era mal pago, tendo em conta a baixa complexidade da função e, graças à sua astúcia, descobriu ali, naquela actividade paralela ao estudo, a verdadeira, e talvez única, vocação. A sua atenção foi pois desviada do tal futuro promissor e optou pela via do dinheiro fácil. Como diz o povo “em terra de cego, quem tem olho é rei” e é por essa máxima que resolve pautar os anos seguintes da sua vida. Monta então um personagem frágil, de sexualidade duvidosa e a estas premissas alia o bom porreirismo. Tudo lhe corre como esperado. Progride em alta velocidade na carreira e o...

Cada um com a sua

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E cá vai mais um relato de viagem. Eu sei que começa a ser chato estar constantemente a falar disso, mas que culpa tenho eu de ser tão viajado? Ora atentem bem na foto: Via, quase diariamente, esta senhora estacionada algures no meu trajecto. Esteve desaparecida durante uns tempos, mas lá voltou. Se calhar está a velha e foi posta num sítio de repouso, como acontece a tantas outras. Eu também já tive uma em tempos, não tão charmosa como esta, mas com melhores cores. Só não tinha rodas e andava bem mais devagar. Quem as tiver que as conserve... de preferência bem afastadas de casa. NB: A curiosidade era forte e tive que procurar informação sobre o nome. Pesquisei no site da empresa em questão e fiquei a saber que o acrónimo SOGRA resulta de SO ciedade GR uas de A luguer. Não... não vou fazer mais qualquer tipo de trocadilho sobre o assunto. Fica para vosso exercicio mental.