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Sad but true

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Tu sabes que bateste no fundo, no que toca à humilhação, quando a tua gata te dá um enxerto de porrada que te deixa a cara neste estado.

Jogo na Ericeira

Importa dizer que o resumo do jogo do fim de semana passado, que opôs a nossa equipa à do Ericeirense, talvez só vá para o 807330 do Meo durante a próxima semana. Só vos estou a alertar porque gosto muito de vocês e não quero sentir-vos tristes.  Contudo não é motivo para que não vão na mesma ver ou rever o canal. Acho até que nem deviam sair de casa de manhã sem o fazer, mas isso sou apenas eu a falar. Agora vou ter de vos deixar aqui sozinhos porque tenho que ir ali pôr cobro a uma luta de gatas que está a acontecer na minha janela.

The Lizard King

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Dei de caras com a notícia aqui . Captou de imediato a minha atenção por ser um velho fã dos The Doors e, particularmente de Jim Morrison . Tanto assim é que, noutra vida, obriguei um actual pivot de TV a tirar uma foto em Père Lachaise , Paris, ao túmulo do senhor, e que eu visitara pouco tempo antes, sem que tivesse registado o momento. Para os curiosos, o jornalista cumpriu com o meu pedido. Se a notícia nada tem de extraordinário e é somente um apontamento curioso, não posso deixar passar a ironia de o animal em questão esteja, qual Jim Morrison, extinto. É a ciência a brincar com o quotidiano de uma forma despreocupada e que lhe dá uma certa graça. Eu aprovo. Aprovo igualmente que isto passe a ser prática corrente. Nomeemos animais extintos, com nomes de pessoas extintas. A este chamaram-lhe Barbaturex Morrisoni . No que toca à minha expectativa pessoal, ando danado para que descubram algum bicho e lhe chamem Cornudus Passus Coelhidis .

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O Governo pensa limitar o número de animais que podemos ter em casa. E aí eu pergunto: Então porque é que o governo tem tantos?

Afinal eles andam mesmo aí

Volto a remeter o motivo daquilo que vou dizer, para algo a que já fiz menção aqui e que ainda há pouco tempo repostei (escusam de ir ler porque eu não vos quero cansados). De cada vez que vejo a placa de aviso sobre animais na estrada, a minha primeira ideia é fotografá-la para documentar esse meu texto. E, como sempre, tornei a não fazê-lo. Hoje vi uma que dizia "Cuidado. Animal na estrada a 7 kms" na CREL, sentido Queluz - Alverca, antes do túnel de Montemor. Para lá do que já referi no primeiro parágrafo não dei grande importância, até porque acabo por não ter grandes avistamentos. Seguia tranquilo e a pensar no banho de realidade que levara momentos antes (isso fica para outra ocasião), quando de facto há algo na faixa de rodagem mais à esquerda. Desta vez avistei os ditos animais! Ah... e dois patos. Também avistei dois patos.

Crime scene

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Esta madrugada voltou a acontecer o que eu temia. Lembram-se de quando eu falei sobre o sistema comunitário em que vivo? Certamente terão lido que procuramos não fazer mal a nenhum ser vivo (caso esse ser vivo não seja portista, claro). Durante a noite o sangue voltou a jorrar lá por casa e por culpa do mesmo elemento da família. Sim, a gata. E sim, a vitima volta a ser uma borboleta. Estamos desolados e aproveito para endereçar, por esta via, os meus sentidos pêsames aos 258.587 parentes mais chegados. Não só nos choca a reincidência do felino no crime, mesmo após a longa conversa que tivéramos, como os danos colaterais que esse crime provocou. Desde cabeçadas nas portas todas, deixando um rasto de destruição, passando pelas unhadas pela parede e terminando nas unhadas na minha cabeça, o horror andou à solta na madrugada de 03/01/2013. Não sei se alguma vez a vida voltará à normalidade lá por casa. As marcas deixadas por este Dexter de quatro patas e muito pêlo sã...

Regional Geographic

Cá por casa gostamos de viver em comunidade. Na verdade vivemos numa espécie de Kibutz onde só falta a minha irmã do meio. E somos uma franja da sociedade bastante integrante onde para além do rei dos animais, o homem, fazemos vida com várias outras espécies. Temos cães, gatos, pássaros, tartarugas, galinhas, formigas, vespas, moscas e mosquitos. Não tem havido problemas. Até hoje. O membro mais recente da família é uma felina, de seu nome Jessie. Uma gata cinzenta, toda gira, que gosta de estar na dela e não faz mal a uma mosca, já que foi alertada para o nosso sistema comunitário. Apenas por uma vez atacou uma borboleta quando ainda se estava a habituar às novas regras. Apesar de já termos felinos, nunca foram animais exclusivos de casa. Eram (e são) altamente independentes e na maior parte dos casos só regressam à base para se alimentarem. É assim como o governo que só se lembra de nós na hora de comer. A Jessie é pois o primeiro membro em regime de internato full-time . Só...

Uma fábula

Acho que todos nós conhecemos a fábula da formiga e da cigarra. Para os poucos que não a conhecem, resumo dizendo que é a história de um bicho (a formiga), que trabalha desalmadamente no Verão para que sobreviva ao rigor do Inverno em contraponto com outro bicho (a cigarra), que passa o Verão a cantar pelo que no Inverno, como não tem nada para dar ao dente, recorre ao auxílio do primeiro bicho. Interpretações a isto podem ser várias. Para mim parece-se muito com aquilo que o governo anda a fazer aos fundos de pensões e afins que alguns sectores da função pública amealharam a contar com um futuro melhor. Mas já aquele velhote do anúncio dizia: veio o coelhinho... e comeu-o! Um dos bastiões que também viu serem-lhe, como é que se diz, ROUBADOS os fundos, neste caso, o fundo para fardamento, foi a Polícia de Segurança Pública. Só que aqui não se brinca em serviço. Avisados pela tal fábula de que vos falei, puseram mãos na massa. Durante a última estação Primavera/ Verão foi vê-los...

Isto é uma selva!

Há muito que ando para partilhar convosco uma coisa que me apoquenta, mas tem-me faltado a vontade de a por no papel. Mas não posso guardar mais isto comigo, caros seguidores fieis. Mãe e pai: tenho mesmo que vos contar sobre o que vejo nas minhas viagens constantes entre o trabalho e casa. Passar horas na estrada dá-nos tempo para tudo, menos para o que na realidade gostaríamos de estar a fazer naquela hora. Vê-se de tudo. Não vos quero maçar com a contagem massiva de quantos espécimes se vêem a retirar coisas das cavidades nasais. Isso é material já gasto. Quero sim falar-vos sobre uma das utilidades informativas que nos é fornecida pelas concessionárias das (várias) Auto-Estradas que me vejo forçado a utilizar dia após dia. Por certo que também já terão visto aqueles displays electrónicos que vão divulgando informação diversa sobre as condições do trânsito, sobre eventuais acidentes e por aí afora. Útil de facto! E não estou a querer cair na piadola fácil. Há contudo uma in...