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Viral

Imaginem este cenário: Sexta-feira à noite. Estão em casa sem nada para fazer e apenas concentrados na vossa má fortuna. No primeiro canal do estado a noite do fado, no segundo um filme francês intragável, na SIC novelas a deitar por fora e na TV pimba anormais da sociedade a peidarem-se em directo. Recurso seguinte: o computador. Redes sociais e e-mails com correntes de amizade e outros carregados de avisos sobre tudo e mais alguma coisa. Dá vontade de meter a cabeça dentro do forno, mas num derradeiro estertor dão um murro na mesa, pondo fim à auto comiseração. Decidem sair e beber um copo. Fazem-se à estrada de forma decidida, rumo ao primeiro sítio onde estejam em harmonia a bebida, o barulho e a companhia. Será a partir daqui que começa o vosso verdadeiro pesadelo. Poucos quilómetros volvidos cai algo no pára-brisas, bem no vosso raio de visão. Assustam-se e quase se despistam preparando-se para encostar. Num súbito alerta interno, lembram-se daquele e-mail que leram mi...

Como?...

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Nos últimos tempos a temática aqui da casa anda muito virada para o futebol. Eu não gosto de misturar as coisas, mas por um lado, se é algo que está tão presente na minha vida, será natural que venha mais vezes à baila do que, por exemplo, o tricot. Hoje li uma coisa que entendo como hilária. Como sempre cheguei com algum atraso até ela mas antes tarde que nunca. Na edição de domingo do jornal A Bola vinha isto: No seguimento da notícia, no último parágrafo diz isto: «Não posso perceber como um jogador que já tinha um cartão amarelo, decide dar um ‘charuto’ na bola, quando o jogo já está parado. Se ele funciona assim não pode jogar na primeira divisão. Pelo menos comigo não joga» Eu podia fazer aqui mais colagens multimédia, mas acho que todos, de alguma forma, conhecem o rapaz. Para aqueles que não o conhecem, sugiro uma visita ao YouTube e digitar na linha de pesquisa o seu nome. Se um tipo que faz o que faz enquanto jogador da bola e até já como treinador, acha o ...

Hein?

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O Google está aqui a dizer-me (obrigado Google), que o Mark Twain faz hoje 176 anos. Pergunta: Onde é que raio anda o gajo que ninguém lhe põe a vista em cima desde 1910? Acho que me estão a querer esconder alguma coisa.

Tãooooo fofo!

( Agora levam comigo em chorrilho ) Desta feita quero partilhar convosco uma coisa daquelas que passaria  totalmente despercebida se não houvessem gajos como eu atentos a tudo. Chega do então ao meu local de trabalho e dados os bons dias a todos os lagartos que eu conheço, eis que abro o meu servidor de correio electr ó nico e vejo um ror de e-mails relativos ao mesmo tema , mas de diversas pessoas. Convém aqui dizer que todas essas pessoas eram do sexo feminino e todas elas opinavam sobre uma determinada actividade que se procurava levar a cabo. Até aqui nada de anormal , como vos disse logo de inicio. O que me faz então escrever sobre uma corrente electrónica de partilha de sugestões?... Passo a explicar: Na minha análise mais profunda sobre as mensagens reparei que todas elas eram terminadas com "beijos", "beijinhos", "jokas" e afins. Do estilo: " Façamos isto...beijos ", " Eu gosto mais daquilo... beijocas ", ...

continuação

Ainda sobre a temática da entrada imediatamente anterior a esta (sobre produtividade), há uma outra coisa que não consigo deixar passar em claro: os Net Spotters . Para quem não sabe, os Net Spotters são aqueles rapazes que durante o horário de serviço são compelidos a ver tudo o que é site. Bem, se esta não é a denominação dos tipos, passa a ser. Ao fim e ao cabo, este grupo de elite especializado em tudo o que é motor de busca, não anda muito longe daqueles de que vos falei na reflexão anterior. Digamos que uma coisa complementa a outra. Se inicialmente generalizei a questão, agora passo ao particular. Estes senhores de alto rendimento cibernautico, são dotados de capacidades ilimitadas no domínio da mui nobre arte da pesquisa de coisas que nem ao diabo lembrariam. Mas a sua principal, e mais fascinante, característica é o enorme poder de dissimulação que possuem. Cientes de que ainda há entidades patronais que, inexplicavelmente, não reconhecem a sua mais valia, estes suje...

Produtividade

Uma das coisas que mexe com a minha cabeça é aquela velha história de que o português é um indivíduo com falta de produtividade. Ora isso para mim é uma falsa questão. Para aqueles que me estão desde já a chamar tudo menos pai, aqui fica o fundamento da minha afirmação: se somos um povo improdutivo como é que explicam que um tipo que entra às 09:00, despacha o serviço todo que lhe está incumbido das 9 às 10 e até às 6 da tarde ainda tem que arranjar tempo para pôr os mails em dia?! Como é que explicam isto? Falta de produtividade uma ova! Isto é trabalho de um Super-Homem! O trabalho todo de um dia em uma hora! No tempo que lhe sobra (e convenhamos que não é muito), um tipo tem que... vejam bem: responder a todos aqueles mails das correntes da amizade, mandar o powerpoint da Playmate de Dezembro de 2008 para todos os 2315 gajos mais chegados da sua lista de distribuição, ler A Bola online, o Record e O Jogo, ir ao chat Quentes e Boas dar dois dedos de conversa com o Fuckingmachine...
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Isto de escrever para que todos os outros leiam e não ser pago tem que se lhe diga. E só o descobri precisamente porque comecei a fazê-lo eu mesmo e vejo que toda a blogosfera fala disso. Se não toda, pelo menos grande parte dela. Antes do meu baptismo fiz pesquisas de vária ordem para ver até que ponto estava a tomar a atitude certa. Consultei inúmeros colegas bloguistas, vi sei lá quantas páginas e toda a gente fala em fazer dinheiro, sem levantar o real traseiro da frente do computador. O que retiro dessa procura é: "Quanto é que esperas ganhar com o teu blogue?" e não "O que pretendes dizer no teu blogue?". Curioso, não é? Honestamente a minha ideia sobre dinheiro fácil está algo longe de coincidir com a primeira das conclusões. Não é que duvide no sucesso da difusão da mensagem no espaço virtual. Tenho a consciência de que cada vez mais é esse o caminho. Mas daí até a pensar em largar o trabalhito e viver disso, longa vai a distância! ... E a quantidade de...