Aos ultras das nossas bancadas
Desde há alguns anos que me habituei a seguir o meu filho onde quer que ele vá jogar futebol. Se o móbil é mesmo vê-lo em acção, à volta de cada jogo de existem outras coisas com as quais também aprendi a viver e a gostar. O principal será o convívio com os pais que, tal como eu, não perdem pitada da bola dos seus filhos. No caso particular da equipa do meu rapaz, o grosso do grupo dos pais vem já de há anos. Esporadicamente sai um para outras paragens e entram outros que são bem acolhidos e rapidamente se integram. Tudo isto para dizer que um fim de semana sem esta rotina acaba por ser um pouco estranho. O corpo até reage mal ao facto de não apanhar chuva no lombo ou sol na mona, conforme a condição atmosférica. Foi exactamente o que aconteceu na semana que fechou ontem. Não houve jogo, quebrou-se o ciclo e, se pode até saber bem ficar sem fazer nada ao sábado à tarde, reza-se para que o próximo chegue rapidamente. Mas depois há uma componente, que também fazendo parte do rit...